|
Apresentação |
Especialização em audiências de imprensa
Desde sempre, a MARKTEST tem procurado responder às necessidades do mercado,
realizando e aperfeiçoando os seus estudos de audiências de meios de comunicação.
1996 foi o ano da mudança para o Bareme-Imprensa. Após uma reflexão profunda sobre
as vantagens e desvantagens da metodologia utilizada até finais de 95 e das metodologias
possíveis, e após a realização de variados testes, surgiu um novo projecto de estudo.
Conscientes de que qualquer técnica de entrevista apresenta vantagens e inconvenientes,
o Bareme-Imprensa passou a utilizar, no início de 96, a técnica de recolha com entrevista
pessoal e telefónica. Com esta técnica, procurou-se ultrapassar alguns dos graves problemas
que a recolha directa enfrenta.
No virar de século, o Bareme-Imprensa é um estudo consolidado e com uma dinâmica
de evolução capaz de se adaptar às novas realidades da imprensa portuguesa.
1. Acessibilidade / Recusa
Assistimos actualmente ao aumento do número de condomínios fechados, de prédios
com segurança à entrada, e de tantas outras formas de protecção, que impedem o acesso
dos entrevistadores aos lares.
Daí que, qualquer estudo que utilize a técnica da recolha pessoal e directa no lar
do entrevistado, tenha maiores probabilidades de enviesamento na amostra nos grupos
socio-económicos mais elevados, quando comparada com uma amostra onde se utilizou a
técnica da entrevista pessoal e telefónica.
A estas dificuldades, acresce o problema da compatibilidade de horários.
A grande mobilidade dos indivíduos, particularmente notória nos Quadros Superiores,
cria dificuldades na recolha. O telefone vence mais facilmente essa barreira e, a não
presença física de um "intruso", permite maior à vontade por parte do entrevistado.
< 1 de 2 > Continuar
|